Wednesday, May 17, 2006

nwu saindo do atoleiro

Oba. O nwu saiu do seu atoleiro emocional e começou uma nova vida. Finalmente fechei o ticket #56, que relatei noutro post. Era só uma questão de manualmente criar e fechar cada conexão necessária por thread/request. Isso pode ser óbvio pra você, mas pra mim não era. Na lata eu ganhei também um boost invejável de performance, por passar a utilizar transações.
O bug do momento é que, após um upgrade, a lista de update candidates do cliente é zerada, mas às vezes o diff dessa modificação é enviada errada pro servidor. É um problema importante, mas nada que cause perda de dados ou instabilidade na máquina. Prova disso é que estou usando o nwu em semi-produção, com 7 clientes, com relativo sucesso.

Vai ser divertido matar isso, porque pela primeira vez no projeto, o bug será primeiro tratado com um teste de unidade e, só depois, corrigido. Graças à grata insistência do Otávio Salvador, me convenci de que uma boa estrutura de unittest vai ser de fato essencial à estabilidade da ferramenta, que é crítica e, espero, deve ser usada em servidores por outras pessoas além de mim :-).
Falando em unittest, pela metodologia XP (XP Programming) os testes de unidade devem ser formulados antes mesmo de se escrever o código. Isso é curioso e, IMO, discutível - mas não tão discutível, como me lembrou o coredump, que o princípio de Pair Programming, também proposto pela XP. Gosto da XP, principalmente se compara às alternativas burocratizantes como CMMI e ISO.

No mundo FOSS ainda impera o Bazaar entre as metodologias de desenvolvimento de software, mas hei de concordar, no caso do nwu, em abrir mão de uma das premissas, a de que cabe aos usuários fazer todos os testes. Sendo o nwu crítico para estabilidade e segurança das máquina, não posso correr esse risco.

PS: Uma grande salva de palmas ao Fluminense do Welsey, que precisava ganhar e fez merda. Agora, Pirralho, você aguenta o César amanhã.